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DECLARAÇÕES

Fábio Porchat
Empresario cultural, escritor, curador e organizador de exposições, Diretor da Associação dos Parlamentares do Brasil e presidente da Academia Latino-Americana de Artes (ALA)
"Leila Biscuola refletiu no atual Panorama Artístico Nacional, o que sua maestria no escultórico indicava há duas décadas, quando iniciava sua carreira profissional. Com segurança e dedicação foi se firmando no Pantheon dos grandes artistas latino-americanos. Constato esse fato, porque acompanhei sua trajetória artística desde esse início, quando, por diversas vezes, coube-me assisti-la na curadoria de exposições em importantes eventos realizados em diversos estados brasileiros e países do Cone-Sul. Sempre sob a égide da Academia Latino-Americana de Arte, tivemos o orgulho de apresentar a sua obra que, pela maturidade, atinge o patamar do artista realizado e, assim, engrandece a Arte Nacional."

Edna Carla Stradioto
Artista plástica brasileira, residente em São José do Rio Preto - SP. Nas artes visuais, ela trabalha com a técnica da aquarela aplicada com nanquim, pastel e outras técnicas.
É mestre pela UNESP (São José do Rio Preto - SP) e doutorada em Modernidades Comparadas pela Universidade do Minho (Braga, Portugal), ambas na área de ilustração. Fundadora e administradora do Grupo Artrilha, artistas criando trilhas, de artistas visuais independentes, sócia e editora-chefe da Artrilha Editora, responsável pela criação dos projetos: Revista Artrilha, Leilão Artrilha, Exposição Catavento, Galeria Artrilha, Prêmio Artrilha, Artrilha Galeria, produtos licenciados e NFT do Artrilha, e muitos outros projetos .Está a frente do grupo e atua diretamente na seleção, curadoria, organização, planejamento, execução e produção cultural.
"Leila Biscuola é uma artista plástica que se dedica à escultura. A arte surgiu naturalmente para essa mulher que presta tanta atenção ao mundo, que esse lhe serve de alimento constante para conexões mentais que fornecem a ela uma matéria-prima de sentimentos e sensações, principais ingredientes da sua mente receptiva.
Suas esculturas são narrativas densas com espaço, tempo, enredo, personagem e narrador determinados. São pequenas crônicas que ela desenvolve cheias de detalhes que levam o observador a perder-se na trajetória das formas e nas expressões ali embutidas.
Ela tem um olhar marcado pela presença do humano em sua melhor versão humanidade: ela “dá forma e cor e corpo às coisas todas” e como um poema ela nos arrebata porque suas obras incorporam a beleza da materialidade cercadas de efemeridade, mas sem nunca deixar a essência da arte se comunicar diretamente ao coração do observador."

Oscar D´Ambrósio
Sobre as obras da artista plástica, Leila Biscuola pelo olhar de Oscar D´Ambrósio, jornalista e mestre em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da Unesp, integra a Associação Internacional de Críticos de Arte (AICA- Seção Brasil).
“O trabalho com a valorização das formas circulares e os vazados é uma importante faceta das esculturas de Leila Biscuola. A artista desenvolve uma pesquisa visual caracterizada pela busca de soluções e regida pela inquietação de encontrar uma linguagem apropriada sobre os mistérios do corpo. Seja individualmente ou em pares, a silhueta humana é um tema recorrente e apresenta grande força. Existe a interação entre o corpo feminino e o masculino e um diálogo constante entre aquilo que é interno e o externo, entre o que se apresenta escondido e o que pode ser revelado.
Essa fascinação pela matéria de que somos feitos está dentro de toda uma linha de pensamento em que valoriza a anatomia não como uma verdade absoluta, mas como uma ferramenta necessária para uma visão mais completa e complexa daquilo que nos torna humanos em termos de forma e conteúdo.
Leila Biscuola não perde de vista que a modelagem do corpo é um ato criador por excelência. A maneira como trata os pares evidencia a sua visão de mundo como uma integração constante entre o pensamento e a ação e, acima e tudo, entre o ver o mundo, o sentir a sua presença e a transformar esses dois fatores em obras de arte.”

Zilpa Magalhães
Zilpa Magalhães é mestra em Educação pela Universidade Nove de Julho, Arte/Educadora formada pelo Centro Universitário de Belas Artes de São Paulo, com licenciatura e habilitação em Artes Visuais. Para mais, dirige a Escola de Arte: “ZiArte-Viveka”, desde 1989.
Segundo Zilpa Magalhães, a escultura, Raízes, é uma simbologia da forma humana, que não tem cabeça e braços. O mesmo acontece com Poder, uma obra que teve bastante impacto junto ao público jovem durante uma Mostra na Casa de Cultura da Penha, São Paulo. Isto é, o planeta Terra, erguido num gesto de pujança como uma taça de vitória está apodrecido. Ainda, os continentes se desgrudam do globo apontam para a base, e o que a princípio poderia ser apenas um manifesto ecológico, acaba se transformando numa consciência de um poder, não das grandes nações e governantes, mas no que defrontamos no dia-a-dia. A composição artística, Poder, tornou-se acervo do museu da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo desde o ano de 2013.Já a escultura, Flor de Liz, traz o equilíbrio de três personagens que se congregam em harmonia, sustentados por dois pés que apoiam o conjunto com muita leveza, simbolizando as três faces da deusa: Donzela, Mãe e Anciã, ou a beleza, a ternura e sabedoria.

Massarani
Crítico de Arte, Escritor, Diretor Geral do Museu de Arte do Parlamento de São Paulo, Presidente do Instituto de Recuperação do Patrimônio Histórico de São Paulo e Superintendente do Patrimônio Cultural da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo.
Segundo o crítico Emanuel von Lauenstein Massarani, as esculturas de Leila Biscuola evoluem através de formas construídas e potenciais, abrindo a dinâmica dos espaços e geram da articulação elementar os significados e valores da imagem. Para ele, a artista dimensiona na substância o nível da própria expressividade cultural na obra doada, "O Poder", ao Museu de Arte do Parlamento de São Paulo.
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Andréa Vistué
Mestre em Psicologia e a Construção do Conhecimento, Especialista em Psicologia Clínica e Psicodiagnóstico; Psicoterapeuta e Supervisora Clínica de Orientação Analítica - CRP 06/38208-2; Professora e supervisora clínica universitária, Professora de Pós-graduação em Psicologia Analítica na OPUS, na FACIS, Instituto Freedom; Palestrante, Coordenadora de Grupos de Estudos de Psicologia Analítica e Mitologias; Fundadora e Diretora do Instituto Casa Jatobá: Psicologia, Arte, Cultura e Pesquisa; e da Clinica Social da Casa Jatobá.
A obra de arte resulta de um delicado e trabalhoso processo que parte do artista e termina no caráter transformador de sua composição. O fazer artístico da escultora provém de suas mãos habilidosas e técnicas aprimoradas nos últimos 30 anos, processo criativo que emerge da alma da artista, dando forma à distintos materiais, tais como, argila, mármore, cimento; transformando-os em criações vigorosas e expressivas.No segundo momento, quando a obra está pronta, ocorre a nomeação, ou seja, a busca por um termo que traduza o impulso criativo que lhe deu origem e a forma final, que muitas vezes se impõe, independente do esforço da artista, que ao longo do tempo aprendeu a respeitar o desejo intrínseco da criatura.O batismo da obra se dá no momento da exposição pública, sendo submetida ao olhar do apreciador. Neste momento, o trabalho artístico assume um aspecto sagrado, sendo reconhecido em seu valor estético e tocando a alma de quem o observa, gerando processos de transformação pelo contato com os aspectos simbólicos nele representados. A obra adquire vida própria e não pertence mais à artista, que não possui quaisquer controle sobre os efeitos da interação entre o público e a obra de arte.
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